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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Filipe Vieira: “Um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia”



O presidente do Benfica afirmou que os incidentes de quarta-feira no pavilhão Dragão Caixa, no Porto, foram “uma vergonha para o desporto e para o país”.

O que se passou é uma vergonha para o desporto, para o país e para as instituições desportivas. Só não é uma vergonha para quem não tem, nem nunca teve vergonha na cara”, afirmou Luís Filipe Vieira, num discurso proferido no camarote presidencial do Estádio da Luz, onde o dirigente recebeu a equipa de basquetebol, que quarta-feira se sagrou campeã nacional.

A formação “encarnada” conquistou o 23.º título da sua história, ao vencer no pavilhão do FC Porto por 53-56, no quinto e último jogo dos “play-off” da Liga portuguesa. No final do jogo, o arremesso de objectos, incluindo cadeiras, no pavilhão Dragão Caixa impediu a entrega do troféu de campeão nacional e obrigou o Benfica a sair de campo sob protecção policial.

Ainda têm a lata de falar em apagões quando a sua história foi marcada por fruta, corrupção e compadrio. O seu sucesso é e foi construído com base na maior mentira do desporto português”, frisou Vieira.

Sem nunca identificar directamente os alvos das suas criticas, o presidente do Benfica considerou que o “sistema ainda não acabou” e que continua baseado “na intimidação, na violência e nos favores”.

Na vida, como nos livros, um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia, ou por ir ao Papa. Um fugitivo da justiça não o deixa de ser apenas porque alguns juízes decidiram assobiar para o lado”, referiu.

Luís Filipe Vieira garantiu ainda que o Benfica “não vai parar enquanto não limpar o desporto português”.

As nossas razões podem não chegar à UEFA, como não chegaram as escutas da fruta, como não chegaram para a justiça portuguesa as escutas do café com leite, mas nós não vamos parar enquanto não limparmos o desporto português”, concluiu o dirigente máximo do clube da Luz.

Fonte

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

China: Árbitros presos por viciarem resultados

Não foi possível obter qualquer tipo de comentário por parte de Pinto da Costa ou Luís Filipe Vieira a esta notícia.

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Quatro árbitros de futebol chineses, entre os quais Lu Jun, o mais conceituado do país, foram esta quinta-feira condenados a penas de prisão entre os três e os sete anos por viciação de resultados.

Lu Jun, que esteve presente no Mundial 2002 e nos Jogos Olímpicos Sydney 2000 e é conhecido pelos adeptos como "apito de ouro", foi condenado a cinco anos e meio de prisão e ao pagamento de uma multa de 128 mil dólares (cerca de 98 mil euros), por manipulação de resultados em oito partidas.

Huang Junjie, Zhou Weixin e Wan Daxue, os outros três árbitros condenados num mediático julgamento que decorreu em Dandong, foram punidos com sete, três e seis anos de prisão, respectivamente, por manipulação em vários jogos, alguns dos quais internacionais.

Em tribunal, Huang Jungie confessou ter sido subornado para viciar, em 2007, o resultado do encontro amigável entre o Manchester United e o Shenzhen FC, garantindo que o clube chinês não teve conhecimento dessa tentativa.

Zhou é conhecido por em 2004 ter sido responsável pelo facto de o Beijing Guoan -- actualmente treinador por Jaime Pacheco - ter abandonado um jogo por suspeitas de viciação de resultados.

Os tribunais condenaram também a penas de prisão vários responsáveis da Superliga de futebol, entre os quais o director Lu Feng, por dar e receber subornos.

Os julgamentos contra altos quadros da federação chinesa de futebol e árbitros, acusados de viciação de resultados e apostas ilegais começaram a 19 de Dezembro do último ano.

Em 2009, as autoridades chinesas lançaram uma campanha contra a corrupção que durante anos imperou na liga chinesa de futebol, que segundo muitos adeptos contribuiu para a diminuição de qualidade da competição.

Os escândalos no futebol - o desporto com mais adeptos no país - levaram a televisão estatal a deixar de emitir jogos da Liga devido ao desinteresse dos telespectadores e à falta de patrocinadores.

domingo, 16 de outubro de 2011

Ignorando Jorge Jesus, LFV manteve Rodrigo no plantel

Tinha que ser aposta do orelhas, porque se dependesse do Jorge Jesus, este e o Nelson Oliveira ficavam a rodar eternamente enquanto o Benfica ia buscar jogadores como Melgarejos (que, embora possa ser bom, não me parece melhor que o Nelson) e outros flops.

Mas o que é que o Jorge Jesus tem contra os jogadores portugueses?



As exibições de Rodrigo começam a dar razão a Luís Filipe Vieira, o grande responsável pela contratação do internacional espanhol e também pela permanência do jovem avançado no plantel encarnado esta temporada numa clara aposta pessoal do líder benfiquista.

Quando se deslocou a Madrid para negociar a transferência de Di María, no verão de 2010, o presidente das águias aceitou incluir o jovem avançado nas negociações, baixando assim a fasquia dos 40 milhões inicialmente pedidos aos merengues. Na altura, a decisão de aceitar Rodrigo e avaliá-lo em 6 milhões de euros esteve longe de ser uma opinião consensual na Luz, apesar de se tratar de um internacional Sub-19 por Espanha a quem se augurava um futuro risonho.

Vieira aceitou investir 6 milhões de euros mas teve de ceder às intentos de Florentino Pérez que exigiu ficar com a habitual cláusula de recompra que permite reaver os jogadores vendidos pelo emblema espanhol por aproximadamente o dobro da verba pela qual haviam sido transferidos. Na prática, e neste caso concreto, o Real Madrid poderia resgatar o jogador, de 20 anos, por cerca de 12 milhões de euros até junho de 2012.

No entanto, a aposta de Vieira em Rodrigo fez com que voltasse a investir no avançado espanhol este verão quando se deslocou (novamente) à capital espanhola desta vez para selar a transferência de Fábio Coentrão.

Fonte


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